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The Jackson Family Tape 1 – Fiction – Eddy and Jonas Jackson
Ultimamente, sinto como se minha vida tivesse se transformado de repente em um sonho estranho. Aquele tipo de sonho do qual você acorda e pensa: “De onde diabos isso veio?!”, só que, desta vez, é realmente a minha vida. Não há como acordar disso. Meu filho mais novo é trans. Tentei apoiá-lo o máximo que pude, mas, desde que começou a transição, ele meio que se fechou e me deixou de fora.
Não preciso me preocupar com ele. Ele tem médico, terapeuta, grupo de apoio e amigos. Tem o irmão mais velho, embora eu não saiba se o Eddy compartilha mais coisas com ele do que comigo. Mas eu sou o pai dele. Ele é meu filho. Quando vi o caderno dele em cima da cama, sabia que não deveria olhar, mas não consegui me controlar. Eu nem sabia o que havia nele, mas precisava saber o que se passava na cabeça do Eddy, no coração dele…
Se eu tivesse um milhão de chances, se tivesse parado para tentar adivinhar o que encontraria ao abrir o diário do Eddy, jamais teria imaginado a verdade. Estava cheio de histórias. Histórias eróticas. Histórias explícitas. E daí? Ele é um jovem cheio de tesão. Só que, quanto mais eu lia, mais ficava claro que aquelas histórias eram sobre ele… e sobre mim. O silêncio e o distanciamento dele, de repente, fizeram sentido.
Levei o caderno para o andar de baixo e o confrontei. Eu não estava bravo. Surpreso, confuso, mas não bravo. Pude ver o horror nos olhos e na postura dele quando levantou a cabeça e me viu segurando aquilo. Ele nem tentou negar. Disse a ele que eu não estava bravo. Estava tudo bem. Ficou claro que meu menino precisava de um abraço. Levantei-me, ajudei-o a ficar de pé e o trouxe para os meus braços.
Tudo o que aconteceu depois pareceu irreal. Mas parecia certo. Eu o beijei. Acabei lambendo a “buceta de garoto” dele. É algo de que sempre gostei com mulheres. Com o Eddy, foi muito mais especial. Não consigo descrever. Ele queria que eu o comesse. Que eu fosse o primeiro dele. Eu disse a ele que não achava que nenhum de nós estava pronto para aquilo. Eu não ia fazer algo no calor da paixão de que poderíamos nos arrepender para sempre. Disse que esperaríamos uma semana.
Percebi que aqueles sete dias foram uma tortura para o Eddy. Para mim também, mas fico feliz que tenhamos esperado. No começo, tudo girava em torno do meu filho. De dar a ele o que ele precisava. Mas, com o passar dos dias, mudei de ideia: deixei de apenas questionar se levaria adiante aquela promessa meio implícita — ou de sentir que era meu dever impor limites — e passei a admitir que eu queria aquilo tanto quanto ele.
Eu queria ser o primeiro dele. Queria garantir que aquele fosse um momento maravilhoso e especial, que ele guardasse com carinho. Mas também queria estar dentro dele. Queria me deitar sobre o corpo sexy e gostoso dele e fodê-lo. Pronto, falei. Eu queria foder meu filho; usar meu pau duro de “papai” para fazê-lo gemer e soltar gemidos baixinhos. Queria proporcionar a ele uma experiência que outros homens, no futuro, teriam dificuldade em igualar.
Tudo isso. Eu quero tudo isso e não sei como as coisas vão ficar a longo prazo. Não sei o que isso significa para o meu outro filho. Eu só sabia que queria meu filho e que o Eddy me queria, e aquela foi a semana mais longa da minha vida. O dia chegou. Fomos para a cama. Ainda perguntei se ele tinha certeza. Ele me beijou.
Fiz amor com meu filho. Fizemos amor um com o outro. Quando pressionei meu pau duro e latejante contra o calor úmido e apertado dele e senti seu corpo me envolver — quando o ouvi gemer ao sentir, pela primeira vez, a sensação de ser possuído por um homem —, eu soube: fosse certo ou não, aquilo era inevitável. Não existia futuro em que eu não transasse com meu filho; não havia outro lugar onde meu pau devesse estar.
