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My Boy Zac Vol 2 – Birthday Boy – Reece Scott and Zac Steele
Era aniversário do Zac. Qualquer desculpa para transar com o meu garoto é uma boa desculpa, e ele gosta tanto quanto eu. Claro que aquele não foi o único presente que ele ganhou. Eu daria ao meu orgulho e alegria qualquer coisa que ele quisesse, se pudesse. Não resisti a dar também uma palmada de aniversário nele. Com a bunda de fora, é claro. Sobre o meu colo. A bunda linda totalmente à mostra, tudo para o pai dele. Como nos velhos tempos — ou quase isso. Era um dever de pai. Era um prazer de pai.
Sou um pai à moda antiga. Punição física não era algo do dia a dia. Palmadas eram reservadas para infrações graves, mas não vejo nada de errado em uma mão aplicada com firmeza no traseiro quando uma lição precisa ser bem assimilada. Claro, isso parava em certa idade, quando ele já tinha maturidade suficiente para entender seus erros intelectualmente. E a ameaça de ficar de castigo era uma consequência séria. No entanto, não existe prazo de validade para palmadas de aniversário.
A verdade é que ele não levava uma palmada de aniversário há muito tempo. Nem sei por que me veio à cabeça mandar ele se curvar sobre o meu colo. Foi como uma viagem ao passado, mas eu estava olhando para a bunda firme e redonda de um jovem. Uma bunda que eu já comi em muitas ocasiões. Foi um daqueles momentos em que me lembro de que fui eu quem gerou o Zac. Que o fiz no ventre da mãe dele com o mesmo esperma com que como o cu dele agora. Depois, passei anos criando-o para ser um rapaz exemplar, sem nunca imaginar que esse rapaz também se tornaria meu amante.
Quando comecei a dar as palmadas, fui tomado por uma mistura de sentimento paternal e a postura de um “Daddy” dominante. Meu garoto doce. Meu cu apertadinho. Meu pau, duro como uma barra de aço dentro da calça, cutucando a barriga dele enquanto eu descia a mão com força, fazendo-o se contorcer. Quase me surpreendi com a força daquela primeira palmada, mas ele mal gemeu; então continuei, ficando cada vez mais excitado a cada tapa. Ele ergueu a bunda, as nádegas se separaram por um segundo e o cu dele piscou para mim. Não consegui resistir.
Babou um pouco sobre a florzinha dele antes de deslizar um dedo fundo no canal de veludo quente que ela protegia. Um portão que destranquei meses atrás, forçando a cabeça grossa do meu pau a vencer a resistência e mergulhando fundo, onde nenhum homem jamais havia estado. Até onde sei, continuo sendo o único homem que esteve lá, e volto sempre que tenho chance. Se uma surra de palmadas mal fazia Zac gemer, dois dedos grossos certamente faziam; mas aquilo era só para provocá-lo pelo que estava por vir.
Claro, ele sabia aonde tudo aquilo ia dar quando pedi que tirasse as calças. Provavelmente estava só imaginando quando eu me cansaria de bater na bunda dele e começaria a comê-lo. Não demorou nada depois que enfiei meus dedos no buraco dele. Mandei que subisse na cama. Como um bom garoto, ele assumiu a posição: de quatro, pernas bem abertas e costas arqueadas para me mostrar o buraco.
Tirei a roupa em tempo recorde e subi na cama; minha boca já salivava e minha língua formigava enquanto eu mergulhava de cara na bunda doce dele. Eu queria que ele estivesse bem aberto e excitado o suficiente para implorar por aquilo antes de eu comê-lo. Sou bem dotado e sei que a entrada dói. Ele precisa querer. Claro, para mim também é uma espécie de aperitivo. Lamber e beijar, deslizar a língua entre as bandas da bunda dele, sabendo que meu pau também estaria lá em um minuto. Mergulhando muito mais fundo do que minha língua jamais poderia ir.
Enquanto eu subia na cama ao lado dele, afastava suas pernas e começava a lhe dar seu presente de aniversário, um pensamento engraçado me ocorreu. Agora ele sabe como era quando era mais novo e sempre me comprava uma caixa do doce favorito dele no Dia dos Pais, porque sabia que acabaria comendo metade dela.
